Desde 2013, quando fomos às ruas em busca de mudança de um governo que quebrou o país através dos seus esquemas megalomaníacos de corrupção feitos pelo Mensalão e Petrolão, fomos em busca da renovação no executivo do Brasil. Tanto que nas eleições de 2014 quase metade da população brasileira votou na oposição, mesmo depois percebendo comprovadamente que não passava de um teatro das tesouras, onde eram apenas duas quadrilhas brigando para ver quem tomava conta do Estado. Em 2016 conseguimos, também depois de irmos às ruas, o impeachment da ex-presidente – que, mais do que das pedaladas, - fazia uma gestão que era também uma junção incompetência de gestão com corrupção sistêmica. 2018 foi o ano mais atípico da história política dos últimos trinta anos. Começamos o ano com o ex-presidente preso, e fomos à urna levando um deputado de baixo clero que tinha trinta anos. Um deputado medíocre, mas que surfou na onda da Operação Lava-jato e no antipetismo. Apesar de ter sido ferido po...